Os diretores das escolas municipais e Centros de Educação Infantil (CEI) receberam reforço na orientação sobre a meningite na primeira semana de outubro, em Forquilhinha. A Vigilância Epidemiológica repassou informações sobre a prevenção, medidas de higiene e a identificação dos sintomas que devem ser encaminhados para uma avaliação médica.

As meningites são doenças que vem preocupando a população da região sul, em decorrência dos óbitos que ocorreram nos últimos dias. “Os dois casos recentes em Criciúma foram causados por bactérias diferentes, o que descarta a possibilidade de surto. As meningites podem acontecer o ano inteiro, por isso a importância de estar com a vacinação em dia”, conta a enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica, Giseli Scandolara Bosa.

“A orientação recebida pela direção será repassada aos professores e familiares dos alunos. Em função dos acontecimentos na região precisamos estar mais atentos”, informou a secretária de Educação, Sonia Regina Silveira Gonçalves. A meningite é uma inflamação das membranas protetoras que recobrem o cérebro. Esta inflamação pode ser causada por vários agentes, principalmente vírus e bactérias. A mais preocupante é a bacteriana pois pode levar a complicações graves.

As medidas de proteção, além de manter o calendário básico de vacinas do Ministério da Saúde atualizado, que contempla a vacina meningo C, pneumo 10, HIB e BCG contra alguns tipos de meningite, consistem em utilizar as medidas de proteção para doenças respiratórias como: lavagem das mãos frequente; higiene e ventilação dos ambientes, evitar aglomerações, manter dieta e hábitos saudáveis. Nas escolas e creches, evitar troca de brinquedos e compartilhamento de objetos pessoais.

Fonte: Assessoria de Imprensa