A maioria dos vereadores aprovou na sessão de segunda, 06, o projeto de autoria do presidente da Câmara, Daniel Viriato Afonso, que proíbe a circulação de caminhões pesados nas vias dos bairros do município.

O projeto estabelece que os veículos acima de 23 toneladas não transitem pela cidade, exceto se estiverem descarregando ou carregando produtos, seja de utilização do Corpo de Bombeiros, para realizar obras de emergência ou serviços de infraestrutura urbana, coleta de lixo, guincho, para remoção de entulhos com caçamba, transportando mudanças e para sinalização do trânsito.

De acordo com o autor, o objetivo da norma é contribuir na manutenção das estradas. Segundo ele, um bairro recebeu pavimentação em uma rua recentemente e um veículo bitrem que transitou no local, estragou o asfalto. “Não adianta cobrarmos pavimentações de nossas ruas, se certas situações estragam a qualidade da obra realizada, como é o caso do bairro Barranca que acabou de ganhar uma rua asfaltada, e um caminhão pesado, danificou o asfalto. Este projeto vai contemplar bitrens e carretas que não estão fazendo serviço dentro do município e transitam em nossas estradas”, justificou.

Depois de um debate entre os vereadores, assim que a lei for sancionada pelo prefeito, Mariano Mazzuco, foi sugerido que as empresas araranguaenses que possuem veículos de carga devam receber uma comunicação em até 90 dias da nova regra para tomarem as providências necessárias.

Repercutiu

O vereador, Marcio Tubinho, foi contrário a lei e Paulinho Souza, se absteu da votação. O vereador Igor Batista elogiou o projeto. “Todas as principais cidades do Mundo, já seguem este modelo. É importante abrirmos um leque para o futuro, por isso sou a favor!”, manifestou o vereador, Igor.

Já o vereador, Arilton Costa, sugeriu que iniciasse também com este projeto um movimento de conscientização da população, enquanto que o vereador, Luciano Pires mencionou a necessidade do município criar ainda o chamado “porto seco” – um local apropriado para os veículos de carga ficarem estacionados sem transitar na área urbana.

Fonte: Assessoria de Imprensa CMVA