Araranguá se tornou sede de um importante evento científico de alcance internacional. O Infomatrix reúne estudantes de toda a América Latina, desde a educação básica até a superior, que possuem projetos científicos e tecnológicos que ampliem o conhecimento e proporcione inovação.

O Infomatrix possibilita que jovens brasileiros tenham a oportunidade de trocar experiências e aumentem o conhecimento científico-cultural de toda uma região. Quem explica melhor é o coordenador do Infomatrix, Carlos Martins. “Não vemos Araranguá no cenário científico e tecnológico, e credito que esse evento tenha potencial para inserir esta cultura em todo o Vale. Aqui, estamos incentivamos jovens a estarem pesquisando e desenvolvendo suas ideias, expondo, debatendo e levando conhecimento para vários lugares”, salienta.

No Colégio Murialdo, onde o evento acorreu, foram expostos trabalhos de 13 estados brasileiros, além de ter participantes de outros países como: México, Peru e Colômbia. As mexicanas Claudia Patricie Priego Moreno e Carlita Wleimy Jimenez Palacios, ambas com 17 anos, estão participando do Infomatrix pela 3ª vez. Já Paulo César Da Silva Filho, de 18 anos, conta que veio do Rio Grande do Norte com um trabalho que nasceu na escola. “Eu desenvolvi um robô amigo, que na verdade é um brinquedo para crianças autistas. Não existem muitos brinquedos no mercado voltado a este público. O meu trabalho tem o objetivo de auxiliar o desenvolvimento da criança e facilitar o aprendizado”, conta, 

Edição 2020

Carlos Martins conta que participar é simples. “Aceitamos alunos de seis até 25 anos, da pré-escola até a universidade, incluindo curso técnico. Todas as escolas podem participar, pública ou privada. Basta o aluno ter uma ideia de projeto científico ou tecnológico, se inscrever no site do Infomatrix e aguardar a seleção”, salienta.