O Parque Ecológico Maracajá vai disponibilizar aos seus mais de dois mil visitantes semanais uma feira de produtos da agricultura familiar e artesanato. A iniciativa foi confirmada por mais de duas dezenas de representantes dos dois segmentos, reunidos nesta quinta-feira, 23, no Restaurante Novatta, anexo do Parque. O encontro foi articulado pela administração municipal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Turismo, envolvendo Epagri, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Maracajá e Câmara de Vereadores.

"Esta é uma iniciativa que não tem volta, temos todas as condições para que nossa feira tenha êxito, pois as condições são perfeitas; temos um local adequado, público garantido e produção de qualidade, tanto da agricultura familiar, quanto do artesanato", disse o prefeito Arlindo Rocha, sugerindo visita à feira de Içara, que desenvolveu uma prática elogiável neste tipo de empreendimento. Arlindo, durante o encontro, por telefone, falou com o prefeito dos içarenses, Murialdo Gastaldon e nesta sexta-feira, 24, uma comitiva de Maracajá fará a visita naquele município.

A periodicidade da feira, instalações, questões legais e sanitárias, entre outros detalhes do empreendimento serão definidos em nova reunião entre os representantes dos participantes da feira e dos órgãos institucionais envolvidos, já agendada para terça-feira (28) da semana que vem, às 9h, no Restaurante Novatta, que já inova a partir deste domingo, 19, passando a servir café colonial a partir das 15 horas. "A disposição de todos e o apoio da administração municipal nos dão a certeza de que nossa feira será vitoriosa", enfatizou o secretário de Meio Ambiente e Turismo, Antenor Rocha.

A feira tem também o apoio e incentivo dos departamentos de Assistência e Bem Estar Social e de Agricultura da Prefeitura de Maracajá. "A feira e o fortalecimento e apoio à comercialização de produtos da agricultura familiar integram o projeto de governo da nossa administração", ressaltou o diretor de Agricultura, Luiz Martinello, o Neguinho. A diretora de Assistência e Bem Estar Social, Suelen Zandonadi, disse que a feira será importante fonte de renda às integrantes do Programa de Inclusão Social, os antigos "Clubes de Mães". A Apae de Maracajá, segundo seu presidente, Dilnei de Pelegrini, também vê na iniciativa possibilidade de receita para comercialização de artesanato produzidos por seus mais de 40 alunos.