O Furacão Irma, que atingiu, além de outras regiões, a Florida, nos Estados Unidos e deixou 50 mortos e aproximadamente um milhão de pessoas sem energia elétrica, não é uma realidade apenas para cidadãos naturais do país. Do outro lado do Continente Americano, araranguaenses também presenciaram a tragédia natural.

De acordo com a cantora Celina Fernandes, durantes os dois dias antecedentes ao furacão, os parques ficaram vazios e os hotéis lotados, pois os habitantes e turistas do Sul da Florida se deslocaram até Orlando, centro do estado, para se protegerem do desastre.

Celina relatou que, na cidade, o temporal causou muito vento e chuva forte, mas o pior pôde ser evitado pela estrutura do hotel em que ela está hospedada. “Estou hospedada em um hotel da Universal e a estrutura é muito boa, por isso não sentimos muito as consequências aqui”.

Segundo ela, pessoas conhecidas passaram pela experiência em hotéis com estrutura inferior. “Alguns conhecidos que estavam em outros hotéis sentiram bem mais. As tampas do ar condicionado voaram, as camas balançaram. Foi uma experiência parecida com o Katrina”, explicou a cantora, fazendo alusão ao furacão que atingiu o estado há 12 anos.

Conforme o empresário Bill Madeira, que reside na região de Palm Beach, tudo foi tranquilo, pois as casas são preparadas para o ocorrido. “Aqui tem bastante proteção. As janelas são cobertas com chapa de aço”, comentou ele, que fez vídeos mostrando as consequências do ocorrido.

O furacão Irma já deixou 25 mortos nas ilhas do Caribe: 10 na parte francesa e 2 na área holandesa de Saint Martin, 4 nas Ilhas Virgens americanas, 6 nas Ilhas Virgens britânicas e no arquipélago de Anguilla, 2 em Porto Rico e 1 em Barbuda.