A Polícia Federal assumiu a investigação do assalto praticado contra a Agência dos Correios em Maracajá. O crime ocorreu por volta das 8h da manhã desta sexta-feira. De acordo com informações obtidas com exclusividade pela reportagem da Revista W3, o gerente da unidade dos Correios chegou ser sequestrado e forçado a abrir o estabelecimento.

Ao ser abordado, o servidor foi chamado pelo nome, por um dos integrantes do trio de assaltantes. A investida aconteceu na Avenida Nossa Senhora da Conceição, por volta das 7h50min, quando o gerente se deslocava a pé para a o trabalho. O homem foi forçado a entrar no carro onde estavam os três criminosos.

Depois de sequestrar o gerente, os bandidos teriam ainda circulado na redondezas da Agência dos Correios para olhar a movimentação policial.

Especialistas no assunto

O assaltantes estavam fortemente armados. Um deles usava uma metralhadora e o outro portava uma pistola. A vítima foi ameaçada de morte e ficou sem chances de defesa. Para entrar na agência, os criminosos usaram mascaras e luvas cirúrgicas. Depois de roubar todo dinheiro do cofre o trio fugiu levando todo dinheiro. Os outros funcionários foram recepcionados pelos marginais e ficaram na mira dos bandidos. A ação durou aproximadamente 1h. O veiculo usado no crime foi encontrado abandonado embaixo do elevado da BR-101, na entrada da cidade.

A Polícia Federal recolheu as filmagens do circuito interno de segurança que serão analisadas. Os funcionários prestarão depoimento ainda na tarde desta sexta-feira.

Posto foi assaltado ontem

Ainda em Maracajá, um posto de combustíveis foi assaltado na quinta-feira, ontem. Segundo informações, por volta das 07 horas deste dia 11, um homem chegou a pé no estabelecimento, usando balaclava e uma arma de fogo cromada, aparentemente uma pistola, rendeu a caixa e a obrigou que abrisse o cofre. O assaltante fugiu levando aproximadamente R$ 2 mil em espécie e R$ 8 mil em cheques.

A Polícia Militar foi acionada e informada pela vítima que o criminoso, ao roubar o montante, saiu correndo a pé. A polícia acredita que próximo do local do crime havia o comparsa em algum automóvel ou motocicleta para ajudar na fuga.

Reportagem: Saulo Pithan

Fotos: Divulgação