A inclusão social é um tema que está cada vez mais sendo discutido, e para pedir por mais respeito e qualidade na educação, os membros da Associação dos Surdos do Extremo Sul Catarinense (Asesc) marcaram presença pela primeira vez no Sábado Mais, do dia 9, em Araranguá. Com um stand no calçadão foi possível repassar algumas informações para quem passava pelo local, através de orientações e banners informativos.

Atualmente, conforme o presidente da Asesc, Herlon Charles Motta, os surdos lutam pela inclusão da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) nas salas de aulas, e principalmente a inclusão social do surdo na sociedade, que cada vez mais vem crescendo na região.  

Conforme um dos membros, Patrícia Batista Bosquette, todas as escolas de Araranguá já possuem professores intérpretes e especiais para os alunos que necessitam, um resultado de anos de reivindicação da associação.

A Asesc também participa da festa Junina de Araranguá, sempre vendendo kitutes para arrecadar contribuições para a própria associação, que arrecada recursos e doações agora para a construção de uma Sede. Na região do extremo Sul Catarinense, na Amesc, são pelo menos 150 associados.