Com o anúncio do governador do Estado, Carlos Moisés sobre o fechamento da regional da Celesc de Criciúma, lideranças do Sul Catarinense estão mobilizadas para entender quais os argumentos para esta decisão.

O prefeito de Maracajá e presidente da AMESC, Arlindo Rocha irá participar de uma reunião para debater o assunto com o presidente e a diretoria da empresa, além de políticos e lideranças empresariais locais. O encontro está previsto para o início da manhã desta terça-feira, 19, em Florianópolis.

Segundo Rocha, a gerência regional de Criciúma deixa de existir e cria-se um órgão maior em Tubarão para atender toda a região. “Desta forma mantém-se a estrutura de Criciúma, mas sem o poder de decisão”, explica.

O prefeito ainda destaca que nenhum argumento foi dado sobre o fechamento da regional. Na reunião será cobrada uma explicação com fundamentos que comprovem que a saída de Criciúma seja uma alternativa viável para toda a região.

Arlindo Rocha enfatiza que a situação da Celesc já é precária, em especial no Vale. “É queda de energia, dificuldade de entendimento, temos receio de que isso piore ainda mais. Essa briga é para que nossos serviços não fiquem ainda mais precários”, ressalta.

Fonte: Engeplus