Todo mundo diz que cachorro é o melhor amigo do homem, mas será que somos os deles? A polêmica que envolvia um segurança da rede de mercados Carrefour e a morte de um cachorro, trouxe à tona um intenso debate público sobre o direito dos animais.

Embora tudo isso pareça muito distante, há atitudes questionáveis em todos os lugares, inclusive na região. Na última semana, diversas pessoas procuraram a reportagem do Grupo W3 para denunciar a situação de 14 animais castrados no dia 24 de novembro em Maracajá.

Segundo eles, após o arrombamento e furto no Imperial Centro de Eventos, – local onde os cachorros se recuperavam – eles foram encaminhados para se recuperar no Centro de Triagem de Maracajá, local cercado por lixo.

Conforme um dos depoimentos, os animais foram encaminhados para o Centro de Triagem após três dias da cirurgia. “No dia do arrombamento os cachorros ficaram espalhados pelo mato e alguns voltaram para casa. Na segunda-feira, 26, o diretor de Saúde, Diogo Copetti, mandou colocar todos os cachorros que foram resgatados no Centro de Triagem. E na terça, quando fui vê-los estavam todos no meio de lixos e alguns cachorros passaram mal. Um teve o corte aberto, saindo tudo para fora e teve que ser levado para Araranguá por uma ONG. Alguns tiveram febre e outros tiveram sangramento”, salienta.

As pessoas que contribuíram e fizeram denúncia pediram anonimato. A reportagem tentou entrar em contato com o diretor e responsável pela castração, Diogo Copetti desde a última sexta-feira, 7, mas não obteve sucesso. O espaço está aberto para respostas e possíveis esclarecimentos do fato.