O transporte rodoviário é o principal modo de distribuição de carga utilizado no país. Os caminhoneiros são figuras essenciais para manter o funcionamento do Brasil, mas a vida de quem trabalha atrás do volante diariamente nem sempre recebe o reconhecimento que merece.

A profissão possui diversos obstáculos, a precariedade das estradas, saudade da família e a falta de segurança, tornam a vida na estrada dolorosa. É o que conta Marcio Diaz Guimarães, caminhoneiro há 22 anos. “Comecei a trabalhar com caminhões porque meu pai trabalhava, me espelhei nele e estou até hoje. Trabalho porque gosto, mas não é fácil. A estrada é repleta de dificuldades, os riscos de acidente são altos e roubos estão cada vez mais frequentes, mas o que aperta mesmo é a saudade do filho”, salienta.

De Osório, o caminhoneiro autônomo faz uma paradinha em Araranguá para visitar amigos e família que residem no município. Em entrevista, fez questão demonstrar o seu amor pela cidade e é claro, pela profissão. “Tenho vários amigos e uma irmã que mora aqui, tenho muito carinho por esta cidade. Esse é um dos benefícios da profissão, além de cuidar do caminhão, gostar de dirigir e ter liberdade, faço muitas amizades ao longo do caminho”, finaliza.

Fonte: Foto: David Cardoso