Mais de 100 pessoas participaram na tarde desta quinta-feira, 10, no auditório Plinio Linhares, no Center Shopping em Araranguá, do 1º Seminário Regional de capacitação, valorização à Vida e prevenção ao suicídio. O encontro foi uma promoção da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, por meio da Gerência de Educação e a Rede de Proteção à Vida.

O Seminário foi aberto pela gerente Regional de educação, Celina Hobold da Rosa e o coordenador do evento, integrador educacional Rogério Henrique Gonçalves, que destacaram a importância de propagar nas escolas estaduais, por meio dos Núcleos de Educação, Atenção e Atendimento às Violências, os NEPRES, bem como nos demais órgãos e no dia a dia, as ações de valorização da vida.

A tarde foi marcada pelas palestras e sensibilizações dos membros da Rede de Proteção à Vida (RPV), grupo formado por diversos setores e voluntários da sociedade, que integram um movimento contínuo para divulgação do trabalho de apoio emocional e prevenção do suicídio, estimulando a criação de redes pela Região Sul, utilizando como lema "Não deixe que a dor seja um ponto final... Dê um viva para a Vida!".

Entre os palestrantes estavam o voluntário do Centro de Valorização da Vida (CVV), responsável pela comissão de divulgação do CVV, Roberto Lopes Caldas; a psicóloga clínica, especialista em Dependência Química, coordenadora do Curso de Psicologia da Esucri. Doutoranda em Neurociências e membro da Rede de Proteção à Vida, Sandra Regina de Barros de Souza; e o palestrante motivacional e gestor de conflitos, representante do movimento espírita na Rede de Proteção à Vida, Jefferson Sotero.

Segundo o voluntário do CVV Roberto Caldas, a Rede de Proteção à Vida é um movimento contínuo de valorização da vida, algo que não tem fim. Segundo ele, a cada 45 minutos uma pessoa se suicida no Brasil, e que somente neste ano de 2017, foram registrados 16 casos na Região da Amesc. “Segundo o Ministério da Saúde, o suicídio já mata mais jovens no planeta que o HIV, sendo a segunda maior causa de óbitos entre pessoas de 15 a 29 anos”.

Fonte: Leneza Della Krás - Assessoria de imprensa ADR