Uma reportagem sobre a disputa entre funerárias, trazida em primeira mão pela Revista W3 na última sexta-feira, dia 29 de janeiro, causou grande repercussão na região. O assunto viralizou na internet e rendeu polêmica.

Na denúncia feita por um do diretores da Funerária Santa Catarina, disputar clientes em frente ao necrotério do Hospital Regional já virou cena comum. Ele também afirmou que houve briga e desentendimento no local com a funerária concorrente, a Santa Terezinha, que de acordo com o denunciante, na última sexta-feira, dia 29, tinha abordado indevidamente os familiares de um paciente do hospital que veio à óbito.

A matéria rendeu mais de 20 mil acessos no Portal de Notícias da Revista W3 na internet. O assunto foi amplamente debatido pelos internautas que em sua grande maioria aproveitou a página da W3 no Facebook para criticar a atitude das funerárias.

Familiares rebatem

A redação da Revista W3 foi procurada na tarde de ontem, segunda-feira, dia 1º, por familiares envolvidos no caso relatado e pelo proprietário da Funerária Santa Terezinha, o empresário José Carlos dos Santos. Na oportunidade Carlos revelou que não houve briga envolvendo seus funcionários e que a sua empresa foi procurada pelos familiares. A afirmação foi confirmada por integrantes da família.  Juliano Passos falou por telefone com a reportagem e esclareceu que a denúncia da Santa Catarina é inverídica.

No perfil da Revista W3, o rapaz que é filho da vítima, revelou ter sido constrangido pelo denunciante que o abordou em frente ao hospital para fazer um orçamento. O rapaz saiu em defesa da funerária Santa Terezinha que prestou os serviços. “Não se tratava de grana e sim de confiança, pois sei que meu ente querido estaria em boas mãos,” informou.

No final da mensagem escrita no Facebook da Revista W3, Juliano foi além: “Então gente, esta pessoa que está denunciando foi quem me abordou e também vi ele abordando outra família na mesma hora e da mesma forma. É uma imensa falta de respeito num momento tão frágil pra quem está fazendo todo este processo de funeral, como disse se trata de confiança, isso foi o que realmente aconteceu repetindo eu fui a vítima e presenciei isso,” pontuou.