A medida que a economia do Brasil amadureceu e a mão-de-obra especializada foi ficando cada vez mais escassa, e cara, os empresários e síndicos começaram a gastar bastante tempo pensando em uma solução para reduzir despesas.

Por isso, o mercado de segurança eletrônica cresce a taxas invejáveis de 10% ao ano segundo a Associação Brasileira de Empresas de Segurança – ABESE. Os especialistas da ABESE apontam que, antigamente, a mão de obra era barata e a tecnologia cara demais. Hoje o inverso é verdadeiro.

Buscamos a empresa Atus Vigilância, empresa araranguaense referência de qualidade no estado de Santa Catarina, para explicar melhor sobre o que há disponível nesse mercado e, o mais importante: como economizar muito dinheiro com isso.

MG_1719-200x300.jpg
Diego é gerente da Atus Vigilância (Foto: David Cardoso)

Diego Pereira, que é gerente Geral da Atus Vigilância e possui dezenas de certificações técnicas, entre elas um certificado de especialização de Gestão e Análises de Risco emitido pela Universidade de Brasília, foi categórico e garante: é possível tornar uma indústria ou condomínio mais seguro com segurança eletrônica do que com segurança humana, desde que lembremos de que “Mais seguro não significa tornar desnecessária a supervisão humana,” disse.

Segundo o especialista, há riscos enormes assumidos se um projeto com esse objetivo for feito inadequadamente. “É imprescindível que um projeto que se proponha a automatizar totalmente o controle de acesso e a segurança de pessoas e patrimônio seja feito por alguém que realmente estudou para fazer isso,” recomendou.

Diego relata que é comum encontrar falhar básicas em projetos de amadores e que, os gestores de empresas e síndicos devem ficar muito atentos para esse fator. Ele também relata que há uma variedade muito grande de tecnologias que se combinam e formam um sistema heterogêneo que, levando em consideração risco versus investimento acaba se tornando uma grande vantagem.

Equipamentos técnicos

Outro fator importante é a qualidade técnica de equipamentos. “Antigamente para saber como burlar um determinado tipo de sensor era preciso pegar um avião e estudar uma semana dentro de uma sala de aula com um especialista, enquanto que hoje na internet há vários vídeos e tutoriais disponíveis para o acesso de qualquer pessoa” afirma.

Para ele é por isso que dispositivos de redundância e equipamentos anti-burla, e mais caros por envolverem patentes, tem de ser contemplados em todos os tipos de projeto. Mas ele aponta que a internet também trouxe muitas vantagens para esse setor. “Hoje é possível através de um smartphone abrir e fechar portas e portões, persianas, acender iluminação, acionar irrigadores, visualizar todas as câmeras e movimentá-las, por exemplo. Tudo é somente uma questão de investimento no projeto adequado com o equipamento certo,” pontuou Diego.

Custo x benefício 

A Atus Vigilância forneceu ainda uma informação muito valiosa: na grande maioria dos casos um projeto como esse custa menos de um ano de contrato de vigilância humana. “Os projetos são tão bons que a empresa tem sido requisitada em indústrias e condomínios da capital, Florianópolis. Para nós foi uma surpresa gratificante termos sido tão bem credenciados em Florianópolis em tantos projetos. Acreditamos que é o resultado direto dos muitos investimentos feitos em qualificação,” analisou o gerente.

Seria o fim da vigilância humana? Diego garante que não. Assim como aconteceu há mais de uma década na Europa, Ásia e América do Norte, o mercado vai apenas se transformar. Esses sistemas carecem ainda de alguma supervisão humana. Nesse caso: o monitoramento remoto. A Atus Vigilância hoje detém 18 viaturas para atendimento aos seus clientes sendo que dessas, quatro estão operando 24 horas exclusivamente para o atendimento dos clientes monitorados na cidade de Araranguá.

Se um projeto assim já faz tanto por um condomínio ou uma indústria, imaginemos o que não pode fazer em uma residência. Quer saber como aumentar significativamente a sua segurança e do seu patrimônio e, de quebra, economizar muito dinheiro? Então entre em contato com a Atus Vigilância.