Compromisso assumido com a comunidade de Maracajá, em 2016, a implantação do monitoramento da cidade por vigilância eletrônica começa a se tornar realidade. "Somente não demos início ao processo por não termos para onde enviar as imagens que serão captadas pelas câmeras que vamos adquirir e instalar com recursos próprios", explica o prefeito Arlindo Rocha, que tem garantido no orçamento municipal, aprovado pela Câmara de Vereadores, recursos reservados para aquisição e instalação de equipamentos.

Conforme a secretária de Administração de Maracajá, Marluci Vitali, o início do processo licitatório está sendo dado nesta terça-feira (16), com a elaboração do "termo de referência", texto base que será utilizado para descrever o serviço a ser instalado e os equipamentos necessários para este fim. Na primeira etapa do processo serão instaladas 20 câmeras em pontos estratégicos do município, definidos em debates com os comandos das polícias civil e militar de Maracajá e com técnicos em segurança pública.

"Os recursos para este projeto estão reservados desde o primeiro ano de nossa administração, mas até o final do ano passado não conseguimos vencer o obstáculo de conveniar com o governo do Estado para que a Polícia Militar recebesse as imagens captadas e realizasse o monitoramento, mesmo que tudo fosse realizado sem custos ao Estado", informa o prefeito de Maracajá, com documento em mãos em que o comando da PM, em 2018, informou esta posição por intermédio de ofício.

"Estamos definindo os detalhes finais para lançamento do edital, dentro dos parâmetros de Lei 8.666 e entendemos que um prazo razoável para início da instalação dos equipamentos seja no decorrer do segundo semestre deste ano", define a secretária Marluci Vitali. O período, acredita o prefeito de Maracajá, seja suficiente para tratativas definitivas com o governo do Estado e para para que as imagens sejam recebidas pela Polícia Militar para o devido monitoramento.

Fonte: Assessoria de Imprensa