Redação W3
19/09/2019 14h08 - Atualizado em 19/09/2019 14h08

Ricardo Ghellere é o primeiro nome do PSL

Rolando Christian Coelho, 19/09/2019

Empresário Ricardo Ghellere, do Instituto Maria Schmidt, o IMAS, é o primeiro nome do PSL a receber apoio pessoal da cúpula estadual do partido para a disputa municipal do ano que vem, no que diz respeito à chapa majoritária. Em recente reunião com o deputado federal Daniel Freitas (PSL), e com o governador Carlos Moisés da Silva (PSL), Ricardo recebeu o aval para construir um projeto de candidatura pelo partido, visando a disputa da Prefeitura Municipal de Araranguá.

Dentro do PSL da Cidade das Avenidas, o nome preferencial do partido para a disputa do executivo ano que vem parecia ser o do também empresário Rodrigo Turatti, que concorreu à Assembleia Legislativa ano passado. Turatti, no entanto, já abriu mão desta pretensão e tem apoiado a construção do projeto de Ricardo Ghellere, dando maior capilaridade a seu nome.

Pelo fato de já ter sido vereador, presidente da Câmara Municipal de Araranguá, vice-prefeito do município e também candidato a deputado, Rodrigo Turatti acaba tendo ampla penetração junto às bases da sociedade araranguaense. Bases estas que têm sido apresentada por ele a Ricardo, figura política que está estreando no cenário eleitoral, e, por conta disto, carece de um nome de peso que lhe avalize diante de um projeto de vulto como é a tentativa de se chegar ao comando do executivo municipal de um dos maiores municípios do Estado.

Em princípio, o projeto do PSL é lançar a maior quantidade possível de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereadores em nossa região ano que vem. Ideia é justamente a de deixar a sigla com as características de um partido de massa. A destituição dos diretórios e comissões provisórias da sigla em todo o Estado acaba prejudicando este projeto, mas a promessa do comando estadual é a que até o final do mês que vem tudo estará equacionado. Expectativa converge para que o PSL tenha candidatos a prefeito em pelo menos dez, dos 15 municípios de nossa região.

Geovano diz que pode ser candidato em Santa Rosa do Sul

MDB de Santa Rosa do Sul promoverá, no próximo sábado, reunião de filiações, na residência do ex-vice-prefeito Geovano Cândido Gomes. Expectativa do partido é que entre vinte e trinta simpatizantes da sigla confirmem filiação, alguns destes já visando a eleição proporcional do ano que vem. Geovano tem promovido pequenas reuniões com filiados do partido de forma bastante freqüente. Questionado sobre uma possível candidatura sua ao executivo municipal em 2020, ele não faz rodeios: “Estou me preparando para isto”, comenta. Geovano, que já foi vereador, presidente da Câmara Municipal e ocupou a vice-prefeitura entre 2009 e 2012. Depois tentou o executivo, mas não obteve êxito contra o atual prefeito Nelson Cardoso de Oliveira (PSD), em 2012. Com este objetivo, Geovano já está a procura de parceiros para uma coligação.

Vereadores de Sombrio ficam à mercê de cassação

Bastidores da política sombrinense, ontem, estava em polvorosa. É que o Tribunal Superior Eleitoral julgou procedente ação movida pelo Ministério Público Eleitoral do Piauí, contra seis vereadores eleitos na cidade de Valência. Eles teriam sido beneficiados por candidaturas “laranjas” de mulheres ao legislativo. Tais candidatas teriam apenas emprestado seu nome à duas coligações, para que elas pudessem preencher requisitos legais. Basicamente, se trata da mesma denúncia que o MPE fez contra duas coligações em Sombrio, envolvendo também seis vereadores eleitos em 2016. Se os Ministros Jorge Mussi, Tarcísio Vieira, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber não mudarem seus votos, os vereadores sombrienses Fabiano Pinho (PSDB), Nego Gomes (MDB), Janguinha Duarte (MDB), Daniel Palito (PSB), Carlinhos Gomes (MDB) e Som da Garuva (MDB) também podem ser cassados.

Deputados do Sul em reunião em Brasília sobre Rocinha

Deputados federais Daniel Freitas (PSL), Geovânia de Sá (PSDB) e Ricardo Guidi (PSD), estiveram ontem no Ministério da Infraestrutura, onde foram recebidos pelo Ministro substituto Marcelo Sampaio. Na pauta, as obras da BR 285, com vistas, por óbvio, na Serra da Rocinha, entre Timbé do Sul e São José dos Ausentes (RS). Sampaio assegurou aos parlamentares que o Governo Federal irá disponibilizar os recursos necessários para a obra, e garantiu que a rodovia deverá estar concluída até o final do primeiro semestre do ano que vem. De acordo com Marcelo Sampaio, os cerca de R$ 40 milhões que ainda faltam para garantir a conclusão da obra, e que não estão no Orçamento da União para 2020, serão lançados como restos a pagar do governo, o que garantirá dinheiro suficiente para o término da Rocinha.

Ministro parece muito otimista em relação à obra

A notícia do Ministério da Infraestrutura, dando conta de que os R$ 40 milhões que faltam para conclusão da Serra da Rocinha serão lançados como restos a pagar do governo, de 2019 para 2020, é de fato animadora. Isto garante, que pelo menos de forma orçamentária, não faltará dinheiro para a obra ano que vem. Há de se ressaltar, no entanto, que o Ministro substituto Marcelo Sampaio está sendo exageradamente otimista quando diz que a BR 285 será concluída até junho do ano que vem. O fato é que a questão não é meramente financeira. Ela envolve também logística. Nem mesmo que todo o dinheiro da obra já estivesse em um cofre em Timbé do Sul seria possível concluí-la nos próximos nove meses. Estive lá esta semana. Tem trabalho que não acaba mais. Um ano e meio para a conclusão já é um prazo para lá de otimista, diante de tudo o que precisa ser feito para conclusão da Serra da Rocinha e adjacências.

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