Rolando Christian Coelho
01/08/2019 09h30

MDB fará encontro regional amanhã

Rolando Christian Coelho, 01/08/2019

O MDB do Extremo Sul Catarinense irá promover amanhã, em Sombrio, encontro regional do partido, com foco na mobilização da sigla para o pleito eleitoral do ano que vem. O evento acontecerá em Sombrio, na Câmara Municipal de Vereadores, às 19h, e contará com a presença do presidente estadual da sigla, deputado federal Celso Maldaner, além dos deputados estaduais Luiz Fernando Vampiro, Ada de Luca e Volnei Weber. Também está prevista a presença do ex-governador Eduardo Moreira.

De acordo com o coordenador regional da sigla, Heriberto Afonso Schmidt, este tipo de atividade está sendo realizada em todas as regiões do Estado. “Queremos começar a discutir os rumos do partido, no que diz respeito a eleição municipal do ano que vem, desde já. Precisamos de tempo necessário para aparar as arestas que existem, visando conquistar o maior número de prefeituras e cadeiras legislativas em 2020 aqui na região da Amesc”, comenta Heriberto. Lideranças políticas do MDB dos 15 municípios de nossa região estão convidadas a participar do evento.

No encontro de amanhã o MDB também irá escolher seu novo coordenador regional, um mobilizador partidário, a presidente do MDB Mulher e um presidente para a Juventude do MDB. “Hoje temos o comando de cinco prefeituras e queremos ampliar bastante este número. Com organização e planejamento temos certeza que isto é possível”, enfatiza Heriberto.

Zica diz que permanecerá no PSD

Prefeito de Ermo, Zica Cadorin (PSD), se reuniu com a cúpula do PSL do Sul do Estado, mas, por ora, disse que pretende permanecer no PSD. Deputado federal Daniel Freitas comandou a comitiva do PSL que formalizou convite ao prefeito. Zica agradeceu a deferência, mas ressaltou que pretende continuar no PSD. Em nossa região, por enquanto, prefeito de Maracajá, Arlindo Rocha, deixou o PSDB, e os prefeitos de Balneário Arroio do Silva, Juscelino Guimarães, o Mineirinho (PSD), e de Meleiro, Eder Matos (PSB), anunciaram que deixarão seus partidos.

PSB de Araranguá pode debandar

Coordenador regional do PSB, ex-vereador de Araranguá, Kila Ghellere, diz entender posicionamento do prefeito de Meleiro, Eder Matos, que deve deixar a sigla e migrar para o PL. Conforme Kila, a cúpula estadual da sigla está totalmente desintonizada com as bases do partido, o que tem gerado várias perdas em todas as regiões do Estado. De acordo com ele, em Araranguá os líderes políticos do partido também pensam seriamente em deixa a sigla. “Vamos ter uma conversa com o comando estadual do PSB, mas provavelmente vamos trabalhar na construção de um outro projeto”, comenta o coordenador. O fato é que a maioria absoluta dos políticos que estão filiados hoje ao PSB catarinense entraram no partido pelas mãos de Paulinho Bornhausen, um político de direita. Problema é que o PSB da atualidade voltou a ser de esquerda.

Democratas de Sombrio mostra tendência ao MDB

Recém recomposto, Democratas de Sombrio tem mantido ar de neutralidade diante da eleição do ano que vem. Ressalta que vai disputar as chapas majoritária e proporcional, e que, se optar por coligação para o embate para o executivo, irá discutir o assunto somente em 2020. Paria no ar, no entanto, a impressão de que a cúpula do partido tende mais a se aliar ao MDB do que ao Progressistas no município. Aqui e acolá, o que se observa é esta tendência. Por óbvio, se o MDB oferecer meramente aliança institucional, e o Progressistas formalizar convite para a majoritária, a posição pode mudar.

PDT, PCdoB e PSB devem se fundir para 2020

São cada vez mais recorrentes especulações dando conta de que PDT, PCdoB e PSB, além de outras pequenas siglas de esquerda, poderão se fundir, ainda este ano, com objetivo de se proteger diante da eleição municipal de 2020. O fato é que, pelo menos por enquanto, está valendo a norma dando conta de que não poderá haver coligação para eleições proporcionais. Ou seja, cada partido terá que concorrer com seus próprios candidatos a vereador, não podendo contar com os votos de outros partidos coligados. De cara, metade das vagas que são conquistadas por partidos menores deverá simplesmente desaparecer. A solução estaria na fusão destes partidos, de modo a fazer com que da união destes surgisse, ao menos, um partido mediano nos municípios. Grande problema é fazer a esquerda se entender.

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