Rolando Christian Coelho
16/04/2019 14h55 - Atualizado em 16/04/2019 14h55

PSL quer disputar em toda região

Rolando Christian Coelho, 16/04/2019

Partido do presidente Jair Bolsonaro e do governador Carlos Moisés da Silva, o PSL quer lançar candidatos a prefeito, e nominata de candidatos a vereador, na maior quantidade possível de municípios do Extremo Sul, ano que vem. Em princípio, todos os 15 município da Amesc terão candidatos do partido no pleito de 2020. Desejo da cúpula estadual da sigla é que isto se repita nos 295 municípios do Estado.

A empolgação não é para menos. Além de contar com o presidente da República e do governador do Estado, o PSL catarinense tem também seis deputados estaduais e quatro federais. Além disto, o presidente estadual da sigla, Lucas Esmeraldino, deixou de ser eleito por apenas 18 mil votos.

Intenção é fortalecer a sigla, mesmo que para isto seja necessário concorrer com chapa pura. A cúpula do partido acredita que a Onda Bolsonaro não foi apenas uma marola, e que voltará a plenitude tão logo o presidente consiga encaminhar, definitivamente, seu governo. As coligações, dentro de um leque de alianças com afinidade ideológica, também serão bem vindas. Em Araranguá, por exemplo, o nome natural do partido para a disputa do executivo é o do empresário Rodrigo Turatti, que já foi vice-prefeito e ano passado concorreu à Assembleia Legislativa. O PSL, no entanto, sabe que será preciso abrir a vaga de vice para outra sigla, de modo a viabilizar e deixar o projeto com vistas ao executivo com a robustez necessária para o embate.

Júlio Garcia a espera de Moisés para conversar

Presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), tem um caminhão de pedidos de prefeitos do Sul do Estado, e de outras regiões de Santa Catarina, em sua mesa. Todos eles endereçados ao Governo do Estado, cujas portas estão para lá de trancadas. Júlio tem dito que está esperando o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) se aproximar da Assembleia, para que, em hora oportuna, tais pedidos possam ser reivindicados. Até agora nada. Relação entre executivo e legislativo, a bem da verdade, parece que nem existe. Não à toa a derrubada de um simples veto do governador, na semana passada, foi comemorada nos corredores do parlamento catarinense. Sabe-se lá onde isto vai dar.

Paulão é o nome do MDB em Timbé do Sul

Assessor do deputado estadual Volnei Weber (MDB), Paulo Bernhardt, o Paulão, que assessorava até janeiro deste ano o deputado estadual Manoel Mota (MDB), é tido como nome certo do MDB para disputar a Prefeitura de Timbé do Sul ano que vem. Paulão já foi vereador e também candidato a vice-prefeito do município, em 1996. Desde então nutre o desejo de disputar o executivo municipal, oportunidade que parece, finalmente, ter lhe batido a porta. Há uma ala no MDB de Timbé do Sul, no entanto, que defende a tese de uma candidatura única no município. Neste cenário, o MDB indicaria o candidato a vice, e a coligação que atualmente administra a prefeitura, comandada por PP, PSD e PSDB, indicaria o candidato a prefeito.

Ricardo Guidi não acredita em perda de mandato

Deputado federal Ricardo Guidi (PSD) diz estar tranquilo em relação a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que considerou prescrito processo criminal que tirou os direitos políticos do ex-deputado federal João Rodrigues (PSD). Conforme Ricardo, uma coisa é a decisão tomada no STF, outra coisa é a interpretação que o Tribunal Superior Eleitoral irá fazer desta decisão. Basicamente, Guidi não acredita que o TSE irá tirar o mandato de um deputado diplomado e empossado, para dá-lo a alguém que se livrou de uma condenação por conta de uma decisão monocrática de Gilmar Mendes. Seria uma desmoralização para o TSE, em tempos de moralidade na coisa pública.

Nego Gomes diz que está a disposição para 2020

Secretário de Obras de Sombrio, vereador licenciado Nego Gomes (MDB), ficou empolgado com declaração da vice-prefeita Gislaine Dias da Cunha, de que não sairá do PR para se filiar ao MDB, com vistas à eleição municipal do ano que vem. As apostas de Nego dão conta de que o prefeito Zênio Cardoso (MDB) irá querer fazer seu sucessor dentro de sua própria legenda política. Esperando a oportunidade para ser candidato a prefeito de Sombrio desde sempre, Nego acredita que 2020 poderá ser sua vez de encarar as urnas com vistas ao executivo municipal. Questionado sobre o assunto, ele tangencia e responde sempre a mesma coisa: “Depois de quatro mandatos de vereador, eu não concorro mais ao legislativo. Ou vou ao executivo, ou vou para casa”.

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