Antes do esperado, a Cidade das Avenidas - a maior do Vale - ficou sem combustível. Com a paralisação nacional do caminhoneiros o transporte responsável pela vinda dos combustíveis ficou preso.

O transtorno gerado em diversos postos espalhados pela cidade pela procura intensa por combustível, perdurou até o início da noite de quarta-feira. De acordo com o gerente do posto Rizotto do centro, Evaldo da Silva Anastácio, todos os postos registraram filas quilométricas até a noite. "Ontem às 20h já não tinha mais gasolina em nenhum dos postos da região, ouvimos apenas boatos de que o único posto que ainda possuía combustível era o Simon em Maracajá", conta Evaldo.

Sem estimativa para o fim da paralisação nacional, os postos de combustíveis estão sem previsão para o retorno de combustível. "Estamos sem expectativas para a volta de combustíveis, tudo depende da greve dos caminhoneiros" reforça.

Outras faltas são registradas

Não é somente a falta de combustível que está assolando o município, ontem o gás de cozinha acabou na maioria das distribuidoras. Já Os supermercados pedem atenção para alguns produtos de pouca durabilidade como frutas, verduras e carnes e também para produtos de alto giro, como açúcar, azeite e leite.

A reportagem também recebeu a informação de que os aviários estão sem ração para os frangos, portanto, a produção também está comprometida. Outra consequência da falta de combustíveis é a redução das linhas de transporte coletivo na cidade - e se a greve permanecer, no domingo, 27, todas as linhas serão suspensas.